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Minha casa com lendas Africanas!

"Minha casa com lendas” inicia-se com seriação gravada e filmada de leituras de lendas do livro “Dez lendas Africanas: recontadas em verso por Alexandre Azevedo”, publicado pela editora “Mais Que Palavras”, proponente deste projeto. Cada lenda será lida em separado, equivalendo a dez vídeos. Fará a leitura o próprio autor, dirigentes da editora e artistas vinculados. Nessa aventura storytelling, valoriza-se a escuta de versos lendários africanos do jeito que eles estão escritos, mas com infinitas possibilidades de imaginações, reflexões e interações. Ao contar com parceria da escola KNN Idiomas* de São Miguel do Oeste, SC, passo significativo é fazer com que o projeto possa ganhar novos perfis: a leitura de algumas das lendas do referido livro em Espanhol, Inglês e Alemão, tendo como leitores professores que dominam cada uma dessas línguas, que podem, inclusive, ser lidas de forma simultânea: Português & Inglês, Português & Espanhol e Português & Alemã, gravadas e filmadas. A finalização dos vídeos contará com o apoio de uma produtora especializada, em formato similar ao vídeo amador por ora apresentado*. Materiais que desejamos fazer chegar junto escolas públicas de SC, sobretudo às localizadas em bairros periféricos, divulgando-os por meio de veículos de comunicação eletrônica, de videoconferências e Lives como no Instagram, conduzidas pelo ator Sergio Bessa, em parceria com a “Mais Que Palavras”, a KNN e gestores de escolas beneficiadas, como assim já vem acontecendo ao longo deste ano, porém, não com o mesmo objetivo ao de agora. Além de enriquecer a cultura africana e valorizar os povos negros, o projeto instiga a criação de uma rotina de leitura “Dentro de Casa” em períodos de férias escolares, finais de semana e no dia a dia, ajudando a estabelecer boas relações familiares e também escolares. Que, aliás, tem ligação com outras propostas de imersão artístico-literária da Mais Que Palavras, entre elas “Literacia Familiar: Leia e Cante pra Mim” aprovada na Lei de Incentivo à Cultura, que ajudará fomentará a extensão e continuidade das ações. Projeto que acolhe crianças e adolescente, mas também jovens e adultos. Afinal, quem não gosta de lendas! Objetivo geral: Ensejar a escuta de leituras de lendas africanas “dentro de casa”, a fim de valorizar culturas afrodescendentes clássicas e contemporâneas, tendo como suporte o uso de técnicas storytelling: arte de narrar cada verso, cada história, de desenvolver e transmitir mensagens, com possibilidade de estabelecer um universo fantasioso e acolhedor, diminuindo preconceitos raciais e ao mesmo tempo motivando crianças, adolescentes e jovens e mesmo adultos, ao engajamento de novas leituras, reflexões e aprendizagens, seja de etnias, povos, língua e linguagens. O produto principal será um livro de lendas africanas, com transmissão de suas leituras a partir do uso de técnicas storytelling em vídeos. Com essa metodologia será possível despertar a atenção de inúmeros usuários das redes sociais para que façam uso destes materiais, mas que também comuniquem e espalhem a outras pessoas, perpetrando a mensagem de compartilhamento transmitia. Além das animações e das leituras lendárias, os vídeos incluirão breves conteúdos escritos, interativos e lúdicos, dicas e/ou sugestões práticas de Literacia Familiar. O objetivo é promover a interação social, cultural e comunicativa. Acessíveis a aprendizagens e, ao mesmo tempo, despertando valor às distintas etnias, em especial a afrodescendente. A importância de se viver em harmonia na sociedade, permeando atitudes humanitárias uns para com os outros. Sem preconceitos e discriminações. As Dez Lendas presentes no livro são: A lenda do sapo e da cobra A lenda dos tambores africanos A lenda da galinha d’angola A lenda da girafa e do rinoceronte A lenda ubuntu A lenda da raposa e do camelo A lenda de quando o leão sabia voar A lenda de Iemanjá A lenda de Jabulani e o leão A lenda da noz-de-cola Público: adolescentes e jovens (acima de 8 anos). Características físicas: Livro 100% colorido, lombada quadrada: 18x25, orelhas 8cm, 40 páginas. Justificativa As lendas integram a cultura dos povos e, na maioria, chegaram até os dias de hoje pela tradição oral. Numa mistura de fantasia e elementos históricos, elas têm o intuito de explicar a origem de muitas coisas, como faziam os rapsodos na Grécia e em Roma. Nos moldes usados por contador de histórias, chegavam às cidades recitando as famosas epopeias clássicas, como as de Homero e Virgílio. De maneira lírica, cômica e até trágica, as histórias do livro “Dez lendas Africanas, recontadas em verso por Alexandre Azevedo”, explicam sobre o porquê as pernas e o pescoço da girafa cresceram, como surgiram os tambores africanos, como as pintinhas surgiram no corpo da galinha d’angola. Com elas podemos tramitar o reconhecimento da cultura afrodescendente e, a partir disso, buscar outras fontes de leituras, experiências e práticas do dia a dia de pessoas negras e que transmitem esses valores, dessa gente grandiosamente honrada e, por vezes, ainda assim discriminada. Mais o que hora de abraçarmos, junto e independentemente da cor, o firme propósito de apreciar saberes, costumes, crenças e credos de quem merecidamente tem por merecer. O mundo imaginário criado pelo storytelling é, atualmente, uma ferramenta bastante buscada por professores de educação básica de escolas públicas devido ao seu alto grau de acolhimento pelas crianças, resultando em numeras possibilidades de interação e aprendizagens. Poder promover alfabetização e letramento para além do português, mas no ensino de outros idiomas. A metodologia empregada na escola até o momento não surtiu grande eficácia na aprendizagem de novos idiomas, sobretudo nas escolas púbicas. Contudo, a oferta de subsídios neste sentido é enormemente escassa. As narrativas lidas e contadas utilizam funções simbólicas e imaginativas essenciais à ampliação de aprendizados das crianças em português como em uma nova língua. O ensino de outros idiomas torna-se facilitado e ao mesmo tempo prazeroso quando vinculado à leitura de histórias. Além do valor cultural, a escuta de histórias e a observação de suas imagens, por ora as lendas africanas, embaladas pela necessidade que as crianças sentem de ouvi-las e vê-las repetidas vezes, e, quando possível, compará-las a mais de um idioma, possibilita numerosos benefícios linguísticos, fantasiosos, sociáveis e acolhedores: O alcance da comparação e ampliação do uso do idioma de origem logram obter abrangência ao conteúdo como um todo, como de diferentes significados para a língua de sua origem a outras línguas; O desenvolvimento de habilidades orais (audição e fala); estabelecimento de boas relações interativas, de inclusão social e interdisciplinar de maneira lúdica e acessível; A possibilidade de conhecer novas culturas, idiomas, costumes, de natureza afrodescendentes e outras, pela interação de um mesmo idioma e de idiomas diferentes; A estimulação do prazer de ouvir leituras em companhia de familiares e amigos, promovendo o despertar para novos conceitos, ideias e compreensões relacionado a certas raízes culturais, classes, grupos e raça que ainda hoje sofrem discriminações por sua cor; A possibilidade de novas reflexões por intermédio de metáforas; da estimulação da curiosidade, do pensamento inventivo, da diminuição e ou amenização de problemas, preconceitos raciais entre outros; O fortalecimento do vínculo entre a criança, os pais e os professores, que será ampliado e melhorado a cada história/lenda, lida pela voz de outros e de si, é um caminho possível de desenvolver maior apreço pelos livros e, com eles, romper todos os tipos de preconceitos desde muito cedo, além de entreter, possibilita o avanço alfabetizado e letrado da Língua Portuguesa brasileira e, em razão da parceria com a escola KNN, também de línguas estrangeiras. Os vídeos em preparo de leituras e animações lúdicas e artísticas em português, como os de outros idiomas, serão compartilhados a gestores escolares e professores de inúmeras escolas públicas de vínculo da proponente e de seus parceiros da educação, da arte e da cultura. Neste ensejo, a Editora Mais Que Palavras conta com as lives semanais da escola KNN e do ator Sergio Murilo Bessa com a presença de professores, coordenadores e diretores de escolas e cidades beneficiadas. Por conta da Pandemia, cada escola teve que ampliar seus sistemas de comunicação on-line com familiares dos estudantes, WhatsApp o principal deles, mas também estão havendo muitas comunicações por meio de videoconferências através do Zoom e outras ferramentas de diálogos virtuais, vindo a facilitar o compartilhamento posterior de cada um dos produtos produzidos e oferecidos a partir deste projeto. Mais que entreter, a escuta diária de histórias estimula a curiosidade das crianças (desde bem pequeninas) pela aprendizagem da leitura e da escrita, seja da nossa língua seja de outras. É uma forma dinâmica e ao mesmo tempo espontânea de toda a família ajudar nesse processo de aprendizagem! A primeira infância é o período mais importante para o desenvolvimento linguístico de uma criança. É a etapa ideal para promover a aquisição de habilidades, conhecimentos e atitudes que facilitarão a aprendizagem da leitura e da escrita. Nessa aventura, a participação dos pais é fundamental (PNA/MEC). Cidades: São Miguel do Oeste, Itapiranga, Descanso, Belmonte, Maravilha, Dionísio Cerqueira, Santa Helena, Iporã do Oeste, São José do Cedro, Tunápolis, Itajaí, Orleans, Blumenau, Criciúma, Gaspar, Florianópolis, São José, Santa Rosa de Lima, Palhoça e Águas Mornas. A escolha destas cidades decorre do fato de a proponente e colaboradores diretos deste projeto (editora, prof. Manoel Vilela, ator Sergio e a escola KNN Idiomas) já estarem vinculados nas redes sociais com gestores escolares (diretores e coordenadores pedagógicos) e professores de escolas púbicas situadas nestas localidades. Essa comunicação vem ocorrendo mediante lives semanais no Instagram: dialógicas, informativas e lúdico-artísticas, sendo que tais representantes escolares também já possuem vínculo virtual com familiares dos estudantes das escolas de suas atuações, criados e assegurados por conta da facilidade de comunicação mediante a ausência das aulas em razão da Pandemia do Covid19. Assim, estremos a assegurar que de fato o projeto deverá ter boa fluência, possibilitando que os vídeos das lendas possam adentrar em inúmeras residências e de distintas categorias socioeconômicas. Pois, exceto raros casos, atualmente os celulares estão nas mãos de pessoas de diferentes classes sociais, inclusive de camadas pobres e baixas. Esse mesmo material estará também nas escolas beneficiadas, garantindo o acesso dos poucos casos sem comunicação on-line. Assim, estremos a assegurar que de fato o projeto deverá ter boa fluência, possibilitando que os vídeos das lendas possam adentrar em inúmeras residências e de distintas categorias socioeconômicas. Pois, exceto raros casos, atualmente os celulares estão nas mãos de pessoas de diferentes classes sociais, inclusive de camadas pobres e baixas. Esse mesmo material estará também nas escolas beneficiadas, garantindo o acesso dos poucos casos sem comunicação on-line. Em primeira instância, prevemos atender a inúmeros municípios independentemente do nível de IDH de cada qual, razão de entendermos que todas as cidades catarinenses possuem camadas socioeconômica baixas e até de enorme pobreza, muito mais agora com a chegada de povos haitianos e que aumenta dia após dia, a maioria de composição racial africana, e sem trabalho, muitos desempregados, vivendo em condições muito distintas do que mereceriam viver. Contudo, após atendermos as camadas pobres, pouco assistidas e ou desprovidas socioeconomicamente, desejamos direcionar alguns produtos do projeto também a camadas de nível socioeconômico mais elevados, sobretudo, devido a emergência quanto a tomada de iniciativas capazes de combater desajustes socioculturais, educacionais, preconceituosos e tantos outros, e que permeiam na sociedade em geral. De crenças, costumes, etnias, raças. E, por mais que se diga não haver preconceitos com pessoas de origem negra, a prática, infelizmente, ainda mostra o contrário. Eis a enorme importância de se promover a extensão de iniciativas capazes de ajudar no combate deste e tantos outros tipos de discriminações em todo e qualquer lugar. Público-alvo: estudantes entre 6 a 16 anos de idade - crianças, adolescentes e jovens - da rede pública municipal e estadual das cidades anteriormente citadas, sendo as escolas selecionadas em parceria com representantes locais (Secretários de Educação e Gerentes de Ensino), ensejo em que desejamos atender famílias de comunidades situadas em bairros de menor poder aquisitivo, com provável concentração de indivíduos que, quantas vezes, sofrem preconceitos por suas especificidades socioculturais, refletidas na língua, na maneiras de agir. De culturas e classes raciais distintas. Previsão de público diretamente envolvido: atendimento a pelo menos 20 mil crianças, adolescentes e jovens de forma direta. De 500 a 1.500 por município, variando este número a depender do grau de carência social de um lugar para outro. Lembrando que os materiais produzidos serão acessíveis à participação de pessoas das comunidades beneficiadas como um todo: familiares, profissionais da educação, bibliotecas, secretarias da cultura, aumentando consideravelmente o número de envolvidos diretamente através dos constantes compartilhamentos virtuais. Previsão de público indiretamente envolvido: acima de 40 mil envolvidos (mais que o dobro do público diretamente envolvido), isso em razão da distribuição sem custo de livros físicos e vídeos interativos a pais, centros culturais, escolas e bibliotecas públicas, ampliando o acervo literário e, assim, permitindo o disseminamento e engajamento da escuta de leituras interativas em vídeos (na família e para além dela), conforme estes materiais vão sendo constantemente compartilhados nas redes sociais e nos meios de comunicação on-line dos envolvimentos, aumentando a extensão dos beneficiados, com forte tendência de continuar sendo espalhados e, portanto, o número de envolvidos indiretamente aumentado. Plano de divulgação: Atividades: O projeto será executado em 12 meses, conforme segue o roteiro de atividades sequenciadas e, por vezes, intercaladas entre uma etapa e outra, bem como o período previsto para a execução. PRÉ-PRODUÇÃO (PRIMEIROS 2 MESES) 01 “Contratação” da equipe de trabalho. 02 Início de divulgações nas redes sociais sobre o projeto, seus respectivos e municípios envolvidos. 03 Planejamento interno (proponente e equipe) para a realização de cada um dos trabalhos, como a preparação de conteúdos para compor os vídeos, a realização de videoconferências e Lives. 04 Contatos com Secretários de Educação ou outros representantes da educação de cada município beneficiado, para a seleção de escolas de bairros cujo o grau de carência socioeconômica das famílias dos estudantes é o mais elevado, garantindo atender os que mais precisam. 05 Contatos com Secretários de Educação ou outros representantes da educação de cada município beneficiado, para eleger gestores de ensino locais como líderes do projeto, o bom andamento do projeto e envolvimento de todos os envolvidos nas atividades. PRODUÇÃO/EXECUÇÃO (8 MESES SEGUINTES) 01 Preparação de conteúdos escritos (práticas de Literacia Familiar) no idioma português. 02 Gravações e filmagens sobre a criação de animações no idioma português. 03 Gravações e filmagens sobre leituras de lendas no idioma português. 04 Edição e montagem dos conteúdos produzidos anteriormente (itens 01, 02 e 03), juntando cada um deles às suas respectivas lendas, formando vídeos únicos. 05 Gravação e filmagens (vídeo) sobre a leitura de história (lenda) nos idiomas português & espanhol. 06 Gravação e filmagens (vídeo) sobre a leitura de história (lenda) nos idiomas português & alemão. 07 Gravação e filmagens (vídeo) sobre a leitura de história (lenda) nos idiomas português & inglês. 08 Realização de videoconferência e/ou Lives interativas com gestores escolares e professores para trocas de ideias sobre o projeto, quando também serão combinadas as formas de repasse de cada um dos vídeos produzidos e/ou links destes. 09 Impressão gráfica do livro “Dez lendas africanas....” (gráfica terceirizada). 10 Envio de livros impressos às bibliotecas públicas dos municípios diretamente envolvidos. 11 Envio de livros impressos aos gestores escolares diretamente envolvidos. 12 Direitos autorais aos autores do livro (escritor e ilustrador) relacionados a doação dos livros impressos e a circulação sem custo da leitura ilustrada das lendas (vídeos interativos). 13 Coleta de materiais fotográficos, filmagens e depoimentos orais e escritos de professores, gestores escolares, também de familiares e estudantes, colecionados por líderes locais das cidades beneficiadas e disponibilizados à proponente para o compartilhamento nas redes sociais com os envolvidos diretamente e indiretamente no projeto. 14 Livre compartilhamento nas redes sociais por parte de familiares, professores e gestores escolares sobre depoimentos orais e escritos, novas produções lúdicas, de pesquisa e literárias desenvolvidas com foco na temática e nos produtos recebidos a partir deste projeto. 15 Divulgações periódicas nas redes sociais de acesso da proponente e equipe. ETAPA DE PÓS-PRODUÇÃO (2 MESES SEGUINTES) 01 Acompanhamento a distância (WhatsApp) sobre pesquisas, leituras, e produções lúdico-artísticas desenvolvidas por familiares estudantes e professores. 02 Divulgações nas redes sociais posteriores as atividades de produção/execução. 03 Elaboração de relatório/ portfólios. 04 Continuidade de contatos on-line e suporte pedagógico. 05 Prestação de contas. Equipe: Terezinha Osmari Bagatini: Por longos anos, foi professora de crianças, depois exerceu funções de gestão escolar e formação pedagógica de professores e coordenadores. Conquistou o Prêmio Além das Letras pelo Instituto AvisaLá/SP. Foi coordenadora municipal do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (PNAIC), tutora de cursos de graduação e de pós-graduação da UNIASSELVI. Tem várias certificações como Profissional da Educação e Coaching Literários. É Escritora, Editora e Produtora Cultural. Conta com vários projetos aprovados na Lei de Incentivo à Cultura. Responsável pelo planejamento e a coordenação geral do projeto “Minha casa com lendas Africanas”. Acompanhará e dará sua contrapartida em cada uma das atividades desenvolvidas, inclusive na divulgação e distribuição dos vídeos. Fará a elaboração de relatórios, portfólios, prestação de contas. No fornecimento de livros para a gravação das leituras e das produções finais dos vídeo, no convite de Lives e outras atividades. Divulgação: Usaremos diversos canais de comunicação, para contatar e construir relacionamentos com nossos principais parceiros, que são os bibliotecários, gestores escolares, secretários de educação e professores. Com eles, vamos nos comunicar por telefone e internet, seja para fins de agendamento de Lives seja para fins de estabelecermos formas de divulgações, compartilhando e oferecendo suporte à interação de leituras e outras atividades que por elas serão movidas. Desde logo, selecionamos os principais canais: Mídias sociais (sites, facebook, linkedin, twitter, instagram, youtube) - serão utilizadas como estratégia para estreitar o relacionamento com bibliotecários e outros líderes locais, pois permitem interação direta com o público, além de aumentar o engajamento de todos; é onde estaremos respondendo a comentários e oferecendo conteúdos extras, como os vídeos dos livros digitais e outros. Vídeos – serão utilizados para entretenimento e divulgação de produtos e serviços correlacionados ao projeto, com materiais produzidos e pensados para fins de entretenimento, didáticos e educativos, facilitando o entendimento das mensagens a distância Lives – Utilizaremos transmissões ao vivo no YouTube, Facebook e, especialmente, no Instagram, também algumas ao vivo, desde importantes. Pretendemos nos valer da prioridade que estas mídias sociais dão para a extensão, divulgação, compartilhamento de ideias e debates com bibliotecários e outros líderes culturais/educacionais. Isso promove o alargamento do projeto, a continuidade das atividades, a disseminação de conteúdos e a divulgação dos trabalhos realizados in loco pelas bibliotecas e escolas, também a distância entre a proponente (e sua equipe) e representantes das comunidades beneficiadas. Os vídeos interativos serão veiculados nos diversos espaços de comunicação virtual da proponente e parceiros diretamente e indiretamente envolvidos, firmados antes e durante a execução do projeto, como de gestores escolares e bibliotecários, contemplando e complementando as melhores e mais abrangentes formas de divulgação na Internet para o alcance de melhores resultados, como: Continuidade: A continuidade das atividades será alcançada pela expansão e os compartilhamentos nas redes sociais, modo que contaremos com enormes parcerias, direta e indiretamente vinculadas. Começando pela equipe técnica para, então, alinharmos as parcerias com gestores escolares, bibliotecários e outras lideranças de cada um dos municípios beneficiados, fazendo o projeto emergir dia após dia. As parcerias firmadas com a escola KNN Idiomas e do ator Sergio Murilo Bessa para a realização de Lives interativas, que contarão com a participação de professores, coordenadores, diretores, entre outras lideranças das cidades beneficiadas, é caminho promissor a disseminação e continuação das atividades, haja vista esta ser uma ferramenta de enorme abrangência para o compartilhamento e o firme engajamento dos envolvidos, igualmente de enorme facilidade de uso a distância, rumo ao prolongamento e alargamento do projeto. Os repasses dos vídeos literários produzidos (leituras de lendas) em mais de um idioma, por nós enviados aos gestores escolares e bibliotecários locais e, posteriormente, por eles repassados aos estudantes e familiares, é caminho certo à continuação literária e para o despertar de tantas outras projeções. Assim também serão os livros físicos doados a escolas e bibliotecas públicas, fomentadores a continuidade do projeto. Os vídeos de leituras interativas e os livros físicos são, por natureza própria, produtos de caráter extensivo. Portanto, continuado. De grande alcance cultural e motivacional para a escuta e a fruição literária, na família e na escola. De perspectivas abrangentes, rebuscadas e continuadas. Temos maestria para firmar parcerias com profissionais da arte, da educação e da cultura, pois, antes de profissionais do livro, fomos e somos profissionais da educação. Temos, todos da equipe, uma caminhada enormemente interativa e permanente. Assim, somos bem acolhidos e chamados para atuarmos em parcerias nas escolas e centros culturais. O projeto tem como contrapartida social: Em total acordo com o que estabelece o edital, item 6.2.3, este projeto institui como medidas de contrapartidas sociais, a fruição de produtos e serviços culturais oferecidos a camadas da população pouco assistidas e, quantas vezes, excluídas do exercício de seus direitos culturais por sua condição socioeconômica, etnia, deficiência, gênero, faixa etária, domicílio ou ocupação, sendo garantidas por meio da: a) Oferta de atividades de interação literária e virtual (vídeos) a estudantes da pré-escola e dos anos iniciais (ensino fundamental I) de escolas públicas situadas em bairros e no meio rural, com livre acesso de familiares (pais, irmãos, tios, avós), com atenção especial a pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, haja vista os lugares de execução garantirem total acessibilidade. b) Doação de livro literário impresso destinado, antes de tudo, a crianças e adolescentes provenientes de famílias carentes financeiramente, entre outras com baixo interesse devido à falta de investimentos, motivações e hábitos de leituras. A de se considerar, ademais, que a oferta de produto digitalizado (vídeo) irá possibilitar o acolhimento de estudantes com deficiências visuais e auditivas, de modo que também poderão vir a interagir com familiares, amigos, professores e colegas na escola. Por meio das referidas considerações citadas, avalizaremos as principais contrapartidas atribuídas nos termos da noção internacional de direitos culturais, garantindo amplo acesso às comunidades beneficiadas, descentralizando a universalização de benefícios culturais, conforme estabelece este edital para o fomento da democratização do acesso de produtos e serviços culturais gerados por meio de recursos públicos. Focamos nosso trabalho ao grau de carência socioeconômica e cultural literária das comunidades atendidas, sem causar discriminações tampouco atrito com qualquer um dos sujeitos. Levamos alegrias, mas também promovemos o despertar para novos conhecimentos. Para além do nosso público foco, que são as crianças e os adolescentes, fazemos questão de ter a “família” e a “escola” presente.

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